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domingo, 5 de junho de 2011

O que é oração de Bendição

Segundo o Catecismo da Igreja Católica (N° 2626,2627), a bendição exprime o movimento de fundo da oração; é o encontro de Deus e do homem; nela o Dom de Deus e a acolhida do homem se chamam e se unem. A oração de bendição é a resposta do homem aos dons de Deus: uma vez que Deus abençoa, o coração do homem pode bendizer aquele que é a fonte de toda bênção.
Duas formas fundamentais exprimem esse movimento o da bendição: ora ela sobe, levada no Espírito Santo por Cristo ao Pai (nós o bendizemos pos nos ter abençoado); ora ela implora a graça do Espírito Santo que, por Cristo, desce de junto do Pai (é Ele que nos abençoa).
Amém???

domingo, 29 de maio de 2011

O que é retidão e juízo prudente de consciência?

Ensina o Catecismo da Igreja Católica (N° 1780) que a dignidade da pessoa humana implica e exige a retidão da consciência moral. A consciência moral compreende a percepção dos princípios da moralidade (sindérese), sua aplicação a circunstancias determinadas mediante um discernimento prático das razões e dos bens e, finalmente, o juízo feito sobre atos concretos a praticar ou já praticados. A verdade sobre o bem moral, declarada na lei da razão, é reconhecida prática e concretamente pelo juízo prudente da consciência. Chamamos de prudente o homem que faz as suas opções de acordo com este juízo. 
Amém???

domingo, 22 de maio de 2011

O que é oração de escuta?

Segundo o Novo Catecismo da Igreja Católica a oração é silêncio, este símbolo do mundo que vem ou amor silencioso. As palavras na oração não são discursos, mas gravetos que alimentam o fogo do amor. É neste silêncio, insuportável ao homem “exterior”,

domingo, 15 de maio de 2011

O que é oração de contemplação?

Segundo o Novo Catecismo da Igreja Católica a contemplação é olhar de fé fito em Jesus. “Eu olho para ele e ele olha para mim”, dizia seu santo pároco o camponês de Ars em oração diante do Tabernáculo. Essa atenção a ele é renúncia ao “eu”.
Seu olhar purifica o coração. A luz do olhar de Jesus ilumina os olhos de nosso coração; ensina-nos a ver tudo na luz de sua verdade e de sua compaixão por todos os homens. A contemplação considera também os mistérios da vida de Cristo, proporcionando-nos “o conhecimento interior do Senhor para mais o amarmos e seguirmos”.
Amém???

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Quem nos ajuda e impulsiona a oração?

Segundo o Catecismo da Igreja Católica (N.2670, 2672), “ninguém pode dizer “Jesus é senhor” a não ser no espírito santo” (1Cor 12:13). Cada vez que começamos a orar a Jesus, é o Espírito Santo que, por sua graça preveniente, nos atrai ao caminho da oração. Se ele nos ensina a orar recordando-nos Cristo, como não orar a ele mesmo? Por isso, a Igreja nos convida há implorar cada dia o espírito santo, sobretudo no início e no fim de toda ação importante.
O Espírito Santo, cuja Unção impregna todo o nosso ser, é o Mestre interior da oração cristã. É o artífice da tradição viva da oração. Sem dúvida, existem tantos caminhos na oração quantos orantes, mas é o mesmo espírito que atua em todos e com todos. Na comunhão do Espírito Santo a oração cristã se torna oração da Igreja.
Amem??? Leia Mais

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

O que Maria representa no Plano da Salvação?

Segundo o Catecismo da Igreja Católica (N.721), Maria, a santíssima Mãe de Deus, sempre Virgem, é a obra-prima da missão do filho e do Espírito na plenitude e do tempo. Pela primeira vez no plano da salvação e porque o seu Espírito a preparou, o Pai encontra a Morada em que seu Filho e seu Espírito podem habitar entre os homens. É neste sentido que a Tradição da Igreja muitas vezes leu, com relação a Maria, os mais belos textos sobre a Sabedoria: Maria é decantada e representada na Liturgia como o “trono da Sabedoria”.

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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

O que é superstição?

Segundo o Catecismo da Igreja Católica (N.2.111), superstição é o desvio do sentimento religioso e das práticas que ele impõe. Pode afetar também o culto que prestamos ao verdadeiro Deus, por exemplo: quando atribuímos uma importância de alguma maneira mágica a certas práticas, em si mesma legítima ou necessária. Atribuir eficácia exclusivamente à materialidade das orações ou dos sinais sacramentais, sem levar em conta as disposições interiores que exigem, é cair na superstição.
Amém??? Leia Mais

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Como o homem pode se tornar cada vez mais livre?


Conforme o Catecismo da Igreja Católica (N. 1733), quanto mais praticar o bem, mais a pessoa se torna livre. Não há verdadeira a não ser a serviço do bem e da justiça. A escolha de desobediência e do mal é um abuso de liberdade e conduz à “escravidão do pecado”.
Amém??? Leia Mais

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Qual o verdadeiro sentido da liberdade?

Segundo o Catecismo da Igreja Católica (N.1731 e1732), a liberdade é o poder, baseado na razão e na vontade, de agir ou não agir, de fazer isto ou aquilo, portanto de praticar atos deliberados. Pelo livre-arbítrio cada qual força de crescimento e amadurecimento na verdade e na bondade. A liberdade alcança sua perfeição quando esta ordenada para Deus, nossa Bem-aventurança.

Enquanto não se tiver fixado definitivamente em seu bem último que é Deus,a liberdade comporta a possibilidade de escolher entre o bem e o mal, portanto, de crescer em perfeição ou de definhar e pecar. Ela caracteriza os atos propriamente humanos. Torna-se fonte de louvor ou repreensão, de mérito ou demérito.

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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

O que é orar em “toda a circunstância”?


Segundo o Novo Catecismo da Igreja (N.2659, 2660), aprendemos a rezar em certos momentos ouvindo a Palavra do Senhor e participando de seu Mistério pascal, mas é em todos os tempos, nos acontecimentos de cada dia que seu Espírito nos é oferecido para fazer jorrar a oração. O ensinamento de Jesus sobre a oração a nosso Pai esta na mesma linha que o ensinamento sobre a Providência. O tempo esta nas mãos do Pai; no presente é que nós o encontramos, nem ontem, nem amanhã, mas hoje: “Oxalá ouvísseis hoje a sua voz! Não endureçais vossos corações” (Salmo 95:7-8).
Orar nos acontecimentos de cada dia e de cada instante é um dos segredos do Reino revelados aos “pequeninos”, aos servos de Cristo, aos pobres das bem-aventuranças. É justo e bom orar para que a vinda do Reino de justiça e de paz influa na marcha da história, mas é também importante modelar pela oração a massa das humildes situações do cotidiano. Todas as formas de oração podem ser esse fermento ao qual o Senhor compara o Reino.
Amém??? Leia Mais

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

O que devemos ensinar de Cristo?


Segundo o Catecismo da Igreja Católica (N.428 e 429) que “Aquele que é chamado a ensinar o Cristo deve, portanto primeiro procurar este ganho supereminente que é o conhecimento de Cristo”; é preciso “Aceitar perder tudo...A fim de ganhar a Cristo e ser achado nele”, e de “conhecer o poder da sua Ressurreição e a participação nos seus sofrimentos, conformando-me com ele na sua Morte, para ver se alcanço a ressurreição de entre os mortos” (Filipenses 3:8-11).
É deste conhecimento amoroso de Cristo que jorra o desejo de anunciá-lo e “evangelizar”, e de levar outros ao “sim” da fé em Jesus. Mas ao mesmo tempo se faz sentir a necessidade de conhecer cada vez melhor esta fé.
Amém???

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

O que é Catequizar?


Firma o Catecismo da Igreja Católica (N. 426 e 427) que “no centro da catequese encontramos essencialmente uma pessoa, a de Jesus, filho do Pai...que sofreu e morreu
Por nós e agora, ressuscitado, vive conosco para sempre...Catequizar é procurar compreender o significado dos gestos e das palavras de Cristo e dos sinais realizados por ele”. A finalidade definitiva da catequese é: “levar á comunhão com Jesus Cristo: só ele pode conduzir ao amor do Pai no Espírito e fazer-nos participar da vida da Santíssima Trindade.”
Na catequese, é Cristo, verbo Encarnado e filho de Deus, que é ensinado, todo o resto esta em relação a ele; e somente Cristo ensina.
Todo catequista deveria aplicar a si mesmo a misteriosa palavra de Jesus: “Minha doutrina não é minha, mas daquele que me ensinou” (João 7:16).
Amém???

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

O que é sacrilégio e simonia?


Segundo o Novo Catecismo da Igreja Católica (N.2120 e 2121), o sacrilégio consiste em profanar ou tratar indignamente os sacramentos e as outras ações litúrgicas, bem como as pessoas, as coisas e os lugares consagrados a Deus. O sacrilégio é um pecado grave, sobretudo, quando cometido contra a Eucaristia, pois neste sacramento o próprio corpo de Cristo se nos torna substancialmente presente.
A simonia é definida como a compra ou venda de realidades espirituais. A Simão, o mago, que queria comprar o poder espiritual que via em ação nos apóstolos. Pedro responde: “pereça o teu dinheiro, e tu com ele, porque julgaste poder comprar com dinheiro o dom de Deus” (Atoas 8:20). Desta maneira Pedro obedecia à Palavra de Jesus: “de graças recebestes, daí de graças” (Mateus 10:8). É impossível apropriar-se dos bens espirituais e comportar-se em relação a eles como possuidor ou um dono, pois a fonte deles é Deus. Só se pode recebê-los gratuitamente Dele.
Amém???

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Em que consiste a expressão “tentar a Deus”?


Segundo o Novo Catecismo da Igreja Católica (N.2119), a ação de tentar a Deus consiste em por à prova, em palavras ou em atos, a sua bondade e a sua onipotência. Foi assim que Satanás quis conseguir que Jesus se atirasse do alto do templo e obrigasse deus, desse modo, a agir. Jesus opõe-lhe a Palavra de Deus: “não tentaras o Senhor teu Deus” (Deuteronômio 6:16). O desafio contido em tal tentação de Deus ofende o respeito e a confiança que devemos a nosso Criador e Senhor. Incluindo sempre uma dúvida a respeito de seu amor, da sua providência e do seu poder.
Amém???

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

O que é a oração de Ação de Graças?


Segundo o Novo Catecismo da Igreja Católica (N. 2637, 2638), a ação de graças caracteriza a oração da Igreja que, celebrando a Eucaristia, manifesta e se torna mais aquilo que ela é. Com efeito, obra da salvação, Cristo liberta a criação do pecado e da morte para consagrá-la de novo e faze-la retornar ao Pai, para sua Glória. A ação de graças dos membros do Corpo participa da de sua cabeça. Como na oração de súplica, todo acontecimento e toda necessidade podem se tornar oferenda de ação de graças. As cartas de São Paulo começam e terminam por uma ação de graças, e o Senhor Jesus sempre esta presente. “Por tudo daí graças, pois esta é a vontade de Deus a vosso respeito, em Cristo Jesus” (Tessalonicenses 5:18).
“Perseverai na oração, vigilantes, com ação de graças” (Colossenses 4:2).

Por tudo damos GRAÇAS a DEUS!!!
Amém???

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

O que é a oração de intercessão?


Segundo o Novo Catecismo da Igreja Católica (N.2634, 2635, 2636), a intercessão é uma oração de pedido que nos conforma perfeitamente com a oração de Jesus. Ele é o único intercessor junto do Pai em favor de todos os homens, dos pecadores sobretudo.
Ele é “capaz de salvar de modo definitivo aqueles que por meio dele se aproximam de Deus, visto que ele vive para sempre para interceder por eles” (Hebreus 7:25).
O próprio Espírito Santo “intercede por nós... pois é segundo Deus que ele intercede pelos santos” (Romanos 8: 26-27).
Interceder, pedir em favor de um outro, desde Abraão, é próprio de um coração que esta em consonância com a misericórdia de Deus. No tempo da Igreja, a intercessão cristã participa da de Cristo; é a Expressão da comunhão dos santos. Na intercessão, aquele que ora “não procura seus próprios interesses, mas pensa sobretudo nas dos outros” (Filipenses 2:4).

Vamos interceder.
Amém???